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Raí e Rodallega fizeram um trabalho físico e técnico com bola no campo

Divulgação/ EC Bahia

O Tricolor se reapresentou na manhã deste domingo (22), no CT Evaristo de Macedo, para dar início aos treinamentos para encarar o Tombense na sexta-feira (27), às 19h, no Estádio Soares de Azevedo em Muriaé-MG.


Quem iniciou como titular o jogo contra a Ponte na sexta (20) fez um atividade regenerativa, exceto o meia Warley que saiu no intervalo e o goleiro Danilo Fernandes.


Os outros atletas fizeram um trabalho físico na academia e no Campo 2 além de duas sessões de treinos com bola.


A comissão realizou um treino técnico em campo reduzido e em seguida realizou um exercício de ataque contra defesa, oito contra oito, usando metade do gramado.


O meia Lucas Mugni treinou normalmente.


Matheus Bahia recuperado da gripe, trabalhou na academia e deu algumas voltas no campo.


Marcelo Ryan, com lesão muscular segue em tratamento.


Os atacantes Raí e Rodallega participaram de um trabalho físico e técnico especial com bola

Prejudicado financeiramente pela pandemia de Covid-19, o Bahia vive um processo de readequação para o pagamento de suas dívidas

Foto: Felipe Oliveira / ECBahia


O presidente do Bahia, Guilherme Bellintani, revelou, nesta sexta-feira (20), que o clube fez um acordo para quitar sua dívida de R$ 21 milhões com a empresa BWA. De acordo com o Bahia Notícias, desde 2019, por determinação do Tribunal de Justiça de São Paulo, até a semana passada, a agremiação tinha que destinar 10% de todas as suas receitas ao processo.


"[Isso aconteceu] por causa e uma confissão de dívida assinada em 2011, pelo antigo presidente do clube. Resultou em um processo de mais de R$ 20 milhões. Tivemos R$ 21 milhões retidos desde 2019 até a semana passada. Poderia se continuar juntando, mas realizamos um acordo e quitamos completamente a dívida com a BWA", destacou o mandatário, em entrevista na zona mista após o triunfo do Esquadrão sobre a Ponte Preta, pela oitava rodada da Série B.


Prejudicado financeiramente pela pandemia de Covid-19, o Bahia vive um processo de readequação para o pagamento de suas dívidas. A trabalhista, por exemplo, rendeu um bloqueio de R$ 8 milhões ao clube, problema que já foi resolvido.


"Fizemos um acordo em 2020 em que conseguimos cumprir integralmente até setembro de 2021. No final do ano, com a queda do número de sócios, protocolamos um pedido na Justiça do Trabalho, requerendo a ativação de uma das cláusulas. Em caso de queda de receita, o Bahia tem o direito de rever o valor a ser pago, sentar para negociar. Desde outubro, dezembro novamente, fevereiro novamente, e essa audiência não foi marcada. Agora, conseguimos marcar e repactuamos a parcela, justamente como previa o acordo anterior. Saiu de R$ 450 mil para R$ 150 mil, muito mais adequado à realidade do clube. Além disso, deixamos para pagamento do passado até aqui o prêmio pela passagem de fase na Copa do Brasil. Foi um acordo muito bom para o clube, se adapta à realidade da Série B. Não vemos esses credores como adversários. São pessoas que prestaram serviços e devem receber por isso, mas da forma que o clube pode pagar. Já pagamos mais de R$ 40 milhões pré-2013", explicou Bellintani.


O Tricolor vem discutindo, nos últimos meses, a possibilidade de implementar o projeto da Sociedade Anônima do Futebol (SAF). Caso isso aconteça, o presidente garante que "logicamente temos nessa negociação uma forma de resolver e sanar o problema da dívida histórica do Bahia".

“Não é na velocidade que eu queria, que o torcedor queria", disse presidente

Foto: Felipe Oliveira / ECBahia


Presidente do Bahia, Guilherme Bellintani afirmou que não dará mais prazo para a apresentação da Sociedade Anônima de Futebol (SAF), no clube. Anteriormente, o mandatário dizia que estava “próximo” de um desfecho.

“A conversa segue acontecendo, em outros momentos demos prazos, agora, pela qualidade do trabalho, a gente tem preferido não estabelecer nenhum prazo. Cada dia temos pequenos avanços, trabalhando bastante, pessoas do mais alto gabarito envolvidas nesse tema”, afirmou, em coletiva.

Bellintani disse ainda que a discussão acontece de forma mais criteriosa pela importância da decisão. “Não é na velocidade que eu queria, que o torcedor queria, mas é na velocidade necessária. É uma decisão que dificilmente terá volta”.