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Bahia voltará ao Fazendão após grande reforma

Ainda não há prazo para o retorno da equipe ao antigo CT

Foto: Felipe Oliveira/ EC Bahia

Durante anos, o Centro de Treinamento Osório Villas Boas foi a casa do Esquadrão. Lá desde 1979, o time viveu bons e maus momentos e sempre estará na memória do torcedor tricolor.


Segundo apuração do portal Bahia Notícias, o local terá suas atuais atividades encerradas para que uma grande reforma aconteça e o Bahia volte a treinar no seu antigo CT.

Hoje em dia, o local é utilizado pela equipe do Jacuipense e iniciação do Bahia.


Desde 2020 no CT Evaristo de Macedo, a mudança ocorrerá por questões de logística e para facilitar o acesso dos atletas, comissão e funcionários do clube.


Em entrevista recente, o ex-supervisor de futebol do clube, Jayme Brandão, contou no programa BN na Bola, da Rádio Salvador FM, que a volta das atividades no Fazendão era uma tendência.


"Eu acho que a tendência é que isso aconteça. Falando como profissional de logística, que se preocupa e preza pela boa condição do atleta, física e mental, para desempenhar o seu melhor, eu acho que a distância para Cidade Tricolor causa um prejuízo para o Bahia em relação a performance física e mental do atleta. Todos os atletas percorrem 45 km para ir 45 km para voltar todos os dias. Sem entrar no mérito dos acidentes, a pista é insegura, mas não vou entrar nesse mérito. Quando o Bahia vai fazer uma viagem para São Paulo, o atleta tem que ir para Cidade Tricolor, às 7h da manhã, em Dias D’ávila, depois pega um ônibus, sai da Cidade Tricolor, vai pro Aeroporto, chega uma uma hora antes do voo, pega o voo. Às vezes o Bahia vai fazer um jogo em Porto Alegre, a viagem do atleta começa 7h da manhã e termina às 7h da noite quando ele entra no quarto do hotel. Isso não acontece com as potências do Brasil porque em termos geográficos a diferença é brutal", disse.


É importante lembrar que no ano passado, os sócios torcedores votaram em Assembleia Geral a favor da venda do terreno, que já estava praticamente acertada com uma construtora. Após após a venda da SAF e chegada do Grupo City, esse planejamento tomou outros rumos.

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