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Everaldo tenta explicar o que aconteceu na Ilha do Retiro; assista coletiva

Atacante diz não estar satisfeito com seu momento, e que vem treinando para melhorar a cada partida

Foto: Felipe Oliveira/ EC Bahia

A entrevista coletiva na manhã desta sexta-feira (24) foi com Everaldo, camisa 9 e capitão da equipe na partida contra o Sport na última quarta-feira (22).


O atacante tentou explicar o que aconteceu no jogo, revelou que houve uma longa reunião entre atletas e comissão, defendeu o direito da torcida protestar e falou sobre o que o técnico Renato Paiva falou ao grupo no intervalo da partida.


“Nós demoramos a nos adaptar ao gramado. Estava bastante pesado no aquecimento e com a chuva acabou o deixando mais pesado ainda. Pela circunstância de ter um jogador a menos acabamos tomamos o primeiro gol logo cedo. Infelizmente aconteceu esse resultado. Todos nós estamos indignados." Afirmou o atacante.


Everaldo comentou sobre a reunião que houve entre jogadores e Comissão Técnica.


“A gente teve uma reunião hoje entre nós jogadores, entre a comissão técnica. Obviamente nós jogadores não vamos externar o que a gente falou. Mas o torcedor pode confiar no que vem sendo feito. Infelizmente faz parte do processo. Não é desculpa o que eu falo aqui. Ninguém queria entrar no jogo e perder da maneira como perdeu. Mas infelizmente aconteceu. Agora tem que virar a chave e ver onde errou. Acho que todo mundo sentiu, já viu que o comportamento tem que mudar dentro e fora de campo. É o que nós vamos fazer agora. Estamos indignados. Tem que dar sequência no trabalho, focar. Vai ser um mês muito decisivo para nós.” Disse.


Ao ir para o vestiário no intervalo da partida, o resultado já era de 3 a 0 para o Sport. Lhe foi lembrado que o técnico Renato Paiva certa vez disse que os atletas estavam de “salto alto”, e na coletiva após a goleada ele (Renato Paiva) afirmou que havia orientado os atletas sobre as condições do gramado.


“O treinador tem o direito dele de falar o que ele quiser, de tomar as decisões que ele quiser. Nós como jogadores temos que acatar. Aqui é uma hierarquia. Temos que fazer aquilo que ele pede. Agora é trabalhar, não tem muito o que ficar falando. Na quarta é um jogo de Copa do Brasil, de mata, tenho certeza que o torcedor vai comparecer, e as coisas vão mudar. E as coisas só vão mudar com resultado”, revelou.


O camisa 9 também comentou sobre os protestos no aeroporto no desembarque da equipe.


“O torcedor tem total direito de protestar, desde que seja um protesto pacífico. Mas não pensem que estamos confortáveis com o que aconteceu. Doeu. Está doendo, está sendo difícil. Hoje a gente se reuniu, conversamos bastante sobre o assunto. Todo mundo está indignado. Agora, como falei, doeu, está doendo, mas tem que virar a chave. Buscar trabalhar, falar pouco e trabalhar. É isso que tem que fazer.” Finalizou o atleta.


Confira e entrevista coletiva completa:


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